Campeonato de Pesca em Barco Fundeado

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Campeonato de Pesca em Barco Fundeado


3ª Divisão - Norte
Realizou-se no passado Domingo, dia 8 de Outubro em Leça da Palmeira a 1ª mão do referido Campeonato.
Parabéns a todos, em especial à nossa equipa CNP-Casa Favais e aos vencedores.









Classificações:

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Polícia Marítima fiscaliza atividade de pesca lúdica no rio Douro

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O Comando-local da Polícia Marítima do Douro realizou, durante a manhã do dia 6 de outubro, uma ação de fiscalização dirigida à atividade da pesca lúdica na área da foz do rio Douro.
Desta ação resultou a apreensão de diverso pescado subdimensionado, designadamente robalo proveniente da atividade da pesca lúdica embarcada.

É proibida a retenção de peixes, crustáceos e moluscos, cujo tamanho seja inferior ao mínimo fixado na legislação em vigor para a pesca comercial, devendo os espécimes ser imediatamente devolvidos à água, exceto em competições de pesca desportiva.

Nos termos da Portaria nº 27/2001 de 15 de janeiro, o tamanho mínimo do robalo é de 360mm, tendo sido detetadas nesta ação capturas de tamanho inferior a 250mm.

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Fonte: Autoridade Marítima Nacional

A aquicultura e as alterações climáticas

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No final do século, as temperaturas da água do mar podem vir a aumentar entre 2 e 4 ºC, de acordo com as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC). Quais seriam as consequências para peixes e mariscos com alto valor comercial? Será que as ostras podem sobreviver às alterações climáticas e ao aumento da temperatura da água no mar e nos oceanos de todo o mundo? As respostas chegam de Tavira, em Portugal.

Os biólogos marinhos querem perceber como é que o aumento dos níveis de temperatura, salinidade e acidez na água podem afetar a fisiologia das ostras. Os investigadores também querem perceber se as temperaturas mais quentes podem afetar os ciclos reprodutivos das ostras e as consequências a longo prazo.

As ostras e outras espécies de alto valor comercial estão a ser estudadas num projeto de investigação europeu que pretende perceber como é que as alterações climáticas vão influenciar os peixes e mariscos de toda a Europa e como é que a indústria se pode se adaptar.

Segundo Myron Peck, da Universidade de Hamburgo; “Podemos prever a rapidez com que os peixes vão crescer e o que pode acontecer com determinadas unidades populacionais. Também temos envolvido alguns modelos económicos, para conseguirmos observar os efeitos sobre os agricultores ou pescadores”.

Uma central energética aquece a água numa aquicultura experimental no norte da Polónia. Os investigadores estudam como as carpas se adaptam a um ambiente mais quente.

“Quanto mais quente for a água, mais desequilibrada se torna a fisiologia da carpa. Esse stress torna-as mais vulneráveis aos ataques de vírus e bactérias”, acrescenta o nutricionista de peixes, Jacek Sadowski.

As explorações de aquicultura comercial estão envolvidas na investigação. Produzem, anualmente, aproximadamente 25 toneladas de carpas e outros peixes. O conhecimento científico vai ajudar a minimizar os riscos e a maximizar os lucros.

“Sabemos que as águas mais quentes podem afetar o crescimento dos peixes, mas os nossos clientes exigem carpas grandes, com 2 ou 2 quilos e meio, em média. Compreender os padrões das alterações climáticas pode permitir-nos desenvolver estratégias de alimentação mais eficientes, para ajudar nossas carpas a prosperar”, adianta Mateusz Gzyl.

Através do trabalho de campo os investigadores criam modelos que avaliam riscos, a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação das espécies estudadas.

 

Fonte: Euronews

Proibido capturar Biqueirão em três dias da semana

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Entra hoje em vigor a portaria que decreta os limites de captura do biqueirão. Não vai ser possível capturar a espécie aos fins-de-semana e às quartas-feiras e fora desses períodos as embarcações maiores de 16 metros só podem pescar três toneladas e 375 quilos, sendo que as mais pequenas só têm direito a sensivelmente metade: 1688 quilogramas. A gestão das capturas pode ser feita pelas organizações de produtores que, no caso da Póvoa e Vila do Conde, se restringe à Apropesca. Na portaria assinada pela ministra do Mar lê-se que o Governo pretende desenvolver “uma pesca responsável, sustentável e que melhore os rendimentos da atividade” com a participação e acompanhamento das organizações de produtores.

 

Fonte: Rádio Onda Viva



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